terça-feira, outubro 07, 2008

Íris - seta certeira de cores

De 1990 a 1991, formou-se um arco de pequenas iluminuras bordadas com carinho e esmero no meu coração solar.
Coração paterno, lugar de sobrados ensolarados e espaçosos.
Essas pequenas gravuras, eu as carrego diligentemente por toda a parte. Acham-se agora depositadas nos escaninhos do scriptorium. Sou um escriba ancestral. Ao lado das penas, sempre tenho os desenhos ao alcance das vistas.
Um talismã? Uma confirmação do Amor Divino? Uma roboração dos pequenos acertos desta trilha cansada?
Uma coisa é certa: v. foi a alma peregrina que conquistou pela primeira vez essa mansão de muitos quartos e recantos.
Eu te amo, minha pequena Íris.


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