quarta-feira, agosto 27, 2008

Carolina

Essa Carol é doce, como o mel; é delicada como uma folhinha de hortelã. Tem um jeito distraído e displicente, mas esconde uma beleza interior que se irradia pelos olhos tímidos e curiosos.
Mas não é qualquer um que a percebe: é preciso ter olhos para ver!
A pequena e doce menina desabrocha numa manhã como uma formosa mocinha, com seus sonhos e perigos. É preciso estar atenta, amor. O mal espreita!
Quem conquistar seu coração encontrará um tesouro. Nele repousa um lindo arco-íris.
É uma estrelinha peregrina! Ilumina com seu brilho tímido a noite fria e distante. Nela está o futuro e o passado, a tristrza da partida e a alegria da chegada.
Só as estrelas têm luz própria, Carol.

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