Peewoods, meu amor, Você é o pai que eu sempre quis ter. Aliás, nessa vida v. é meu pai, noutras já trocamos tanto os papéis... Já fomos irmãos, viajantes, fotógrafos, desenhistas, músicos, poetas, monjes, advogados... e nos amamos tanto!Às vezes eu me sinto uma estranha no ninho, daí lembro de v., um estranho no ninho, da mãe, uma bruxa no ninho (rs rs rs)... o bom é que não somos estranhos um para o outro... E toda vez que as pessoas me olham como se eu fosse um alien, eu me lembro que sou fruto de uma combinação de alienígenas... Sérgio e Solange... desceram à Terra por alguns momentos... Ainda enganam muita gente, passando por respeitáveis pais e mães normais... Eu amo v., amo a mãe e amo os dois, por terem me emprestado esse corpitcho estranho! E por terem me passado tanta referência de vida. Sem vcs eu não seria nada. Somos todos um só, não é possível ser diferente.
te amo te amo te amo,
um beijo na alma,
íris
4 comentários:
Lilinha,
Olho para você e vejo nitidamente a confirmação da trajetória acidentada e feliz da minha própria vida.
Quanta coisa realizamos juntos! Quantas alegrias, tristezas, acertos, desacertos. Meu amor. EU te amo! SJ
Uau... um sentimento o qual não conseguirei nomear tomou conta de mim ao ler o post e, sem seguida, seu comentário.
O orgulho e a admiração ainda permanecem. A saudade ainda é grande. O respeito será para sempre. Sempre? Ele existe? Se existir, assim o será! Abraços!
Puxa Vivi,
em que estrela v. se escondeu?
Acho que eu estava escondida na estrela do crescimento. Tanto tempo se passou e chegou a hora de crescer. (Humpf! Gostava mais de quando eu era criança!)
Assim como o livro "A Hora da Estrela", de Clarice Lispector, estou envolta em descobrir de que matéria é feita a vida de um ser humano. Essa é a minha profissão atual. Saí da área em que o senhor me iniciou, mas ainda levo comigo cada uma das palavras que ouvi, como forma de aprendizagem, utilizando-as atualmente, afinal, aprendi muito com o senhor - mais do que o Direito Registral.
Neste instante, aprecio cada post que o senhor nos presenteia. A veracidade das histórias aqui postadas faz com que eu, de forma muito pretensiosa, faça parte dessas histórias, como se as estivesse vivendo bem de perto, afinal, eu ainda me reconheço no senhor e acabo acreditanto que todos nós somos um.
Sinto muita saudade. E quem não tem saudade por lhe faltar coisa mais preciosa que ouro?
Quero crer que nos veremos novamente - no meio de tanta correria. Mas enquanto esse dia não chega, absorvo as histórias de seu blog.
Saudade grande, viu? Abraços.
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