As manhãs são luminosas em casa. As crianças acordam cedo e, mais cedo ainda, nasce a minha estrela rútila. Ah! Lelê. Quanto amor, querida, em seus delicados gestos. Essa flor me acompanha há tão pouco e eu me pergunto agora e sempre: como pude? Como pude viver sem você? Eu te amo, Lelê!
sábado, dezembro 16, 2006
Sol da terra
As manhãs são luminosas em casa. As crianças acordam cedo e, mais cedo ainda, nasce a minha estrela rútila. Ah! Lelê. Quanto amor, querida, em seus delicados gestos. Essa flor me acompanha há tão pouco e eu me pergunto agora e sempre: como pude? Como pude viver sem você? Eu te amo, Lelê!
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