A paixão é como um relâmpago azul
Sim, havia as estrelas vespertinas, em eterna disputa no vasto nankin celestial.
Uma delas, por sinal revelado, era uma pequena e tímida guria. Era bailarina. Figurava no corpo de baile do Municipal. Na última vez que a vi, já casada, emprestei-lhe um livro enigmático (O-Que-Sabe: Eclesiastes: = Qohelet, de Haroldo de Campos) e ela mo devolveu com uma pequena, delicada, misteriosa folha em branco.
Até hoje leio em sua alvura a multidão de mensagens cifradas que cabem na pequena folha. Sei que foi um silêncio eloqüente!
segunda-feira, junho 09, 2008
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