O meu amor em Madrid, com o olhar que me vê tão fora de foco quanto o resto da cidade tomada por liberdades, drogas e caça aos curas.
Ela logo dirá que estou klêmps. Ou Bergulino. Tanto faz. Algumas pérolas de neologismo que fazem parte de nosso particular vocabulário sentimental.
Caminhamos céleres para um longo valle, onde os caídos somos todos nós que acreditamos um dia no sonho.
quarta-feira, outubro 17, 2007
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