Querido Pepo,
Meu pequeno cantor não cantou.
Lamentou a dor no abdômen e eu estou aqui, no escritório, aborrecido com tantas coisas, mas lembrando-me de seu gesto delicado e tão amoroso.
Eu te amo, Pepo!
Um passeio despretensioso sobre minhas lides diuturnas, sobre registros públicos e notas, sonhos e fantasias noturnas.
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