domingo, julho 06, 1997

NO-SAY-QUE-S'ES

Pesam-lhe as fundas raízes?

Que história é essa que se perdeu na noite dos tempos? Uma velha nova amiga, nos encontramos agora desde a ancestralidade.

Ontem foi o terror das arcadas consteladas de gárgulas, demônios e radiais entretecidos de um signo perene. Ainda me recordo do resplendor aterrador das catedrais góticas, das gentes empoeiradas e das videiras.

Que viagem, cara, que viagem!

Hoje buscamos nossos retratos na internet, naquele exato sítio. Locus situ, diríamos.

O gótico tão improvável quanto Lucy in the Sky with Diamonds!

Então só nos resta fazer história. Vamos fazer história. E nos lançamos num indecifrado anelo de resgate e depuração que nos faz perturbadoramente conhecidos, cúmplices, anjos peregrinos, almas parelhas. Ainda a alquimia.

Limbus. Mysterium magnum.

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