Entre tantos preparativos – compra de enxoval, exames laboratoriais, exercícios, natação etc. – e o trabalho exaustivo no Tribunal, ao final do dia havia um pequeno descanso. Era quando o papi tocava o violão todas as noites para a nossa pequena Helena.
Dentro do seu mundinho, fazia suaves movimentos e respondia ao som das cordas em vibração harmônica.
O papi a chamava carinhosamente de “nossa Blainha” – em alusão ao nome que o casal adotou como apelido. (Tanto a mãmi, quanto o papi, se chamam até hoje, reciprocamente, de Blyan. Um dia nós vamos lhe contar o porquê desse nome).
Nossa “Blainha”. Os nomes eram vários: Blainha, Lambrusca, Cuitelinha... Esperávamos o dia da sua chegada com amor, trabalho e música. Muita música!
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